Lá fora

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Como a casa ficou fechada muitos meses antes de ser alugada, o jardim precisa de atenção. Tratar o gramado, colocar umas plantas ao redor da área da piscina, melhorar o acesso a edícula…  Resolvemos ir por partes e comprar alguns móveis para a varanda.

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varanda da casa

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piscina, jardim e edícula visto do 2º andar

Pesquisei bastante e os móveis em madeira mais econômicos que encontrei foram estes no C&C

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O banco tem 1,50m e custou R$ 365.

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 Compramos 2 poltrona e cada uma custou R$ 210.

Para complementar, na mesma loja em que compramos as mesas achei 2 banquinhos cubo por uma preço bem amigo.  Assento, mesinha lateral, apoio para as pernas…  Mil formas de usá-los.

cubo

R$ 165  na Via Vila

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Cozinha

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A cozinha também tem uma ótima área e os revestimentos são neutros. O único problema é a total ausência  de armário, exceto por uma prateleira embaixo da pia.

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Vista de metade da cozinha através do passa-prato.

A solução mais econômica e com o melhor apelo visual que encontramos foram as prateleiras metálicas compradas no Sam´s Club

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1,82m x 1,2m x 45,7cm (Alt x Comp. x Prof.)  R$ 389

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1,82m x 75cm x 45,7cm (Alt x Comp. x Prof.)  R$ 299

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Como tem a mesma altura e profundidade, fazem um composição bem legal. Nelas ficarão louças, eletroportáteis  e também os mantimentos. A arrumação disso tudo é que vai dar trabalho.

Eletrodomésticos compramos na Fast, pois a negociação a vista é sempre  melhor lá. Escolhemos um refrigerador duplex da Panasonic bem simples e um fogão Brastemp sem frescuras.

externa interna

Panasonic modelo BT 46. 435L  R$ 1644

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Fogão Brastemp Clean 6 bocas. R$ 1008

***** Um super ponto positivo para Fast que atendeu nosso pedido e entregou em 2 dias úteis fora de SP.*****

O espaço

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Como eu já tinha comentado, mobiliar uma casa aluga requer alguns cálculos. Ainda mais quando não se trata de um imóvel a ser utilizado como moradia. O ponto positivo é que a casa está praticamente vazia e assim a gente pode deixar tudinho do nosso jeito.

Living e sala de jantar

Com aproximadamente 30m2, o espaço é excelente. A escada em madeira divide sem bloquear a visão.

IMG_2246porta-balcão dá acesso ao quintal e área de lazer

a esquerda temos o lavabo (parede verde) e a cozinha

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porta dupla na entrada.

nesta foto não aparece,  mas a direita fica a porta de uma das suítes.

Para o living escolhemos móveis brancos com um estilo provençal modernizado da Inter Link.

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rack

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mesa de centro

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aparador

Todos eles foram comprados o e-commerce  Lojas KD e demoraram um pouquinho pra chegar, mas foi dentro do prazo e o preço era o menor.

Eu já sabia  que eram móveis em pinus e que viriam totalmente desmontados, mas como eu já tinha comprado coisas no Meu Móvel de Madeira e na Oppa, achei que seria a mesma coisa.  Não, não , não!

As peças de madeira estavam bem embaladas, mas os pregos, parafuso, cavilhas e etc vinham num saco todos juntos e sem identificação. Perdemos um tempão só para separar esses itens a cada móvel montado. Além disso, o manual estava apenas em Alemão, Inglês e Frances e não encontrei em nenhum lugar onde o produto foi fabricado. Mas o que me irritou mesmo foi a falta de peças no rack ( os dois fundos das gavetas) e a lateral de 1 gaveta do aparador.

Sala de jantar

As cadeiras serão aquelas em madeira vergada e a mesa compramos numa loja chamada Via Vila.

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Esta loja fica exatamente ao lado do Depósito Santa Fé da Vicente Rao, mas com um atendimento e negociação 10 mil vezes melhor. Lá no Depósito Santa Fé a vendedora parecia que estava fazendo um puta favor em nos atender.

 

2º projeto

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Esse é provável um projeto que todo mundo já  viu por aí, mas era um sonho e custou baratíssimo. Além, é claro, de ter uma conexão com a história da minha família, já que meu bisavô era sapateiro.

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Só colocar vidro e temos um belo aparador

Uma curiosidade: máquina de costura utilizada pelo sapateiro tinha o pedal à esquerda, já a de costura normal ficava do lado direito.

1º projeto (que não foi feito por mim)

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Nem o contrato de aluguel assinado tínhamos, mas já fomos procurar os móveis para deixar a casa do nosso jeito.  Ah, e quando eu digo nosso, estou me referindo a minha mãe e eu.

Bom, ela sempre foi apaixonada pelas cadeiras de madeira vergada da Thonart, só que cada uma custa, aproximadamente,  R$600. Esse valor definitivamente não cabiam no nosso orçamento.

Qual foi a solução? Procurar cadeiras usadas! Sim, usadas, velhinhas, acabadinhas mesmo. Ué, estamos falando de móveis praticamente artesanais, feitos em madeira maciça, com desenho clássico e que podem passar por uma reforma sem sustos.

Encontrei um jogo com 6 cadeiras no Mercado Livre e não tive dúvidas. Arrematei todas por R$700, mas vocês vão entender o porquê do preço.

 

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Essa parecia que tinha tomado banho de betume

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Todas as outras estavam como essa: com uma camada imensa de tinta óleo

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Dessa aqui nós raspamos um pedaço para ver o tamanho da mão de obra que seria.

A condição era tão precária, que um DIY não ia ser suficiente.   Aí foi hora de acionar meu super marceneiro para dar um jeito nessas sofridas cadeiras. Depois de muito Pinoff, lixa e reclamações dele (falou que era um trabalho muito chato, que nunca mais faria aquilo na vida), elas ficaram maravilhosas.

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Agora só falta colocar a palhinhas no assento para ficarem 100%

 

Novo Começo

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Se as coisas não dão certo por um lado, está em nossa mãos fazer com que funcionem por outro.

Se a casa de campo não saiu, bora procurar um outro cantinho para os finais de semana. E foi isso que fizemos! Mas ao invés de comprar um imóvel, resolvemos alugar uma casa num condomínio fechado próximo a SP

Agora estamos com um desafio nas mãos: decorar uma casa grande sem gastar muito.

 

 

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Quando nem tudo dá certo

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Antes de contar sobre as boas novas, tenho uma história sobre construção que não tem um final feliz ( ainda!)

Por mais de 35 anos, minha família teve como  lazer nos finais de semana um trailer. E diferente do que todos podem imaginar, éramos “roda quadrada”, ou seja, não viajávamos com ele. Escolhíamos um camping park que tivesse uma boa infraestrutura e lá ficávamos.

Após a morte do meu pai, e com a indústria de trailer no Brasil totalmente falida, resolvemos vender o nosso antes que  peças para a manutenção sumissem do mercado. Também pensávamos em mais conforto para minha vó, que já tem mais de 80 anos.

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foto acima é uma miniatura, mas dá pra ver a proporção.

Agora vou resumir um pouco. O camping park que estávamos antes de vender o trailer funciona como um clube, onde você adquire um título, o qual te dá o direito de estacionar em um espaço pré-definido (módulo) seu equipamento. Lá já era comum que pessoas se desfizessem dos trailer e construíssem pequenas casas. Estas são chamadas de contrailers, um híbrido de trailer e  container.

A questão é que o modelo que a maioria adotou era feito como chalés pré fabricados, o que não me agrada esteticamente e nem pela forma construtiva.

Resolvemos chamar a arquiteta Julian Le Grazie, que depois fez o projeto da casa da vila, para encarar essa empreitada. A estrutura seria em aço e teríamos bastante vidro na fachada.

Eis o projeto:

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Com todas as autorizações em mãos, começamos a obra. Lá pelo 4 mês a tal comissão de obra do clube disse (sem provar) que a altura excedia o permitido e embargou. Mas o negócio não parou por aí. Chamaram uma assembléia do clube para definir o que deveria ser feito (?) com a nossa obra.

O engraçado é que nenhuma das hipóteses que eles apontavam era a nosso favor. As opções eram: cortar a estrutura metálica (?) e levantar o piso (???) ou continuar o embargo indefinidamente.  Conciliação e justiça não é forte dos caras lá…

Já que diálogo também não é praia deles, resolvemos buscar as vias legais. O interessante é que o juiz designou a perícia e o laudo comprovou que não havia problemas com a altura.

Em qualquer lugar do mundo isso seria o ponto final da história, mas não aqui. O processo já tem 3 anos e  tudo que investimos está degradado.

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