Arte Acessível

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A artista plástica mineira, Lygia Clark, é difícil de ser classificada, mas a gente pode dizer  que ela  revolucionou a arte  brasileira do século XX.  Foi aluna de Burle Marx, colega de Amílcar de Castro, Lygia Pape, Hélio Oiticica e Palatnik. Também deu aula na Sorbonne, recebeu prêmios internacionais, foi uma  das fundadoras do Grupo Neoconcreto, entre muitos outros fatos relevantes.

Mesmo não conhecendo muito sobre ela, é provável que você já tenha se deparado com um dos exemplares da série “Bichos”. Segundo o site oficial da artista são ” esculturas, feitas em alumínio, possuidoras de dobradiças, que promovem a articulação das diferentes partes que compõem o seu “corpo”. O espectador, agora transformando em participador, é convidado a descobrir as inúmeras formas que esta estrutura aberta oferece, manipulando as suas peças de metal.” 

Mas onde está a arte acessível, já que um exemplar da série  foi vendido  por 1,5 milhão de euros na Art Basel?

A resposta ficou com a  neta da artista, Alessandra Clark, que impulsionada pelos desejos da avó em ver suas obras acessíveis, reproduziu a escultura “Bicho caranguejo” com materiais mais econômicos. Na versão de Alessandra, o alumínio deu lugar a seis triângulos equiláteros em  polipropileno com dimensão total de 20×20 cm.

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A nossa custou  R$ 148,72 na loja virtual da Marché Art de Vie

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