Arquivo mensal: julho 2013

Arte Acessível

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A artista plástica mineira, Lygia Clark, é difícil de ser classificada, mas a gente pode dizer  que ela  revolucionou a arte  brasileira do século XX.  Foi aluna de Burle Marx, colega de Amílcar de Castro, Lygia Pape, Hélio Oiticica e Palatnik. Também deu aula na Sorbonne, recebeu prêmios internacionais, foi uma  das fundadoras do Grupo Neoconcreto, entre muitos outros fatos relevantes.

Mesmo não conhecendo muito sobre ela, é provável que você já tenha se deparado com um dos exemplares da série “Bichos”. Segundo o site oficial da artista são ” esculturas, feitas em alumínio, possuidoras de dobradiças, que promovem a articulação das diferentes partes que compõem o seu “corpo”. O espectador, agora transformando em participador, é convidado a descobrir as inúmeras formas que esta estrutura aberta oferece, manipulando as suas peças de metal.” 

Mas onde está a arte acessível, já que um exemplar da série  foi vendido  por 1,5 milhão de euros na Art Basel?

A resposta ficou com a  neta da artista, Alessandra Clark, que impulsionada pelos desejos da avó em ver suas obras acessíveis, reproduziu a escultura “Bicho caranguejo” com materiais mais econômicos. Na versão de Alessandra, o alumínio deu lugar a seis triângulos equiláteros em  polipropileno com dimensão total de 20×20 cm.

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A nossa custou  R$ 148,72 na loja virtual da Marché Art de Vie

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Guitar hanger

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Se uma coisa não estiver ao alcance dos olhos, dificilmente você vai usar. Na verdade, você até esquece que existe.  Com instrumentos musicais isso não é diferente.

A guitarra já estava no case há uns bons anos, porque ele reclamava que não tinha tempo/espaço para tocar.  Quando compramos a casa, fiz questão que no escritório tivesse lugar pra ela e para o amplificador.  Só que tivemos que organizar o espaço pra caber também a escrivaninha, um gaveteiro e o sofá. Resumo da história: não cabia um suporte de chão pra ela, pois só tinha lugar para o amplificador.  Lá ficou a coitada da guitarra guardada no case…

Aí eu resolvi que íamos colocar a dita na parede e saí pesquisando suportes. Uns eram feios, outros hediondos e alguns bem básicos. Entrei então em um fórum sobre o tema ( sim, na internet tem de tudo) e, para meu espanto, descobri que os suportes  de parede que seguram a guitarra pelo braço acabam empenando o instrumento. O destino dela era morar no case mesmo.

Até que um dia Heitor apareceu com uma caixinha com duas peças de acrílico. Me explicou que aquilo era um suporte desenvolvido por um cara do Reino Unidos e que segurava a guitarra pelos botões da correia.

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Achei genial, já que na parede não vai ter perigo de alguém chutar a dita ou da empregada bater vassoura/aspirador. Fora que o material transparente é pouco visível quando a guitarra está fora do suporte. Ah, também mantém o corpo dela afastado alguns centímetros da parede, evitando riscos ( na minha parede).

Este final de semana colocamos os suportes e ficou assim:

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O custo com frete sai £15 (+/- R$50)

http://www.woodieshanger.com/

BFF

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Todo tipo de UD que compramos vem com, no mínimo, uma etiqueta. Aí a gente chega em casa e gasta um tempão pra ficar tirando cada uma delas. Quando elas saem inteirinhas é uma delicia, mas quando rasgam…

Antigamente usávamos benzina para dissolver a cola que ficava, só que hoje há muitas restrições para compra deste produto. Também passei bastante tempo utilizando lustra móveis, até descobrir que ele não funcionava depois de arrancada a etiqueta.

Outro dia, passeando num home center, vi um produto chamado Tira Grude. Achei o nome tão “Tabajara”, que nem passou pela minha cabeça comprar. O preço também não era dos mais barato. Logo depois minha mãe apareceu lá em casa com um vidrinho (que ela pagou R$ 15 na Utilplast), pois eu já tinha comentado com ela das tentativas frustradas com algumas etiquetas.

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Olha, fiquei impressionada. Tira toda cola mesmo!