Nunca confie…

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… no catálogo de cores. Essa foi a nossa descoberta da semana. 

Eu e Heitor já tínhamos decidido a cor da fachada há algum tempo. Seria uma cor parecida com a pimenta rosa, já que na vila não tinha nenhuma casa dessa cor.

Fui a loja de tintas, olhei o catálogo e escolhi a que mais se assemelhava, a cor chamada GROSELHA. Mandei fazer 1/4 L e, quando o moço me entregou a lata, já fiquei assustada. Pela tampa plástica eu via um troço “rosa chiclete”. Eu comentei, mas ele disse que a tinta estava bem misturada e aquela cor era excesso dos pigmentos e tal.

Lá fui eu para obra, aproveitando que o pintor já tinha começado a fazer o fundo da pintura.Na hora que ele aplicou a cor eu comecei a rir e liguei para Heitor: “Amanhã você tem que vir aqui porque a cor não deu certo. ”  E ele me respondeu: ” Não se preocupe, só passa na loja e manda fazer um pouco mais escura a cor”. Aí eu retruquei: “Olha, é melhor você vir, porque não vou ser eu que serei chamada de ´Japonês da Casa Rosa´. ”  Assunto encerrado.

Dia seguinte, lá fomos nós na loja de tinta e mandamos fazer 3 amostras. Abaixo vocês podem ver as cores do catálogo Suvinil.

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Agora vejam como elas ficaram na parede

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Agora dá pra visualizar a casa rosa do japa, né? Imagina que só que horror isso ia ficar.

 

E no final das contas, escolhemos a cor RUBI. Espero que fique bom. Vamos aguardar as cenas do próximo capítulo.

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